sexta-feira, 17 de julho de 2015

Eu vi Gnomos... Último dia em São Thomé das Letras

Último dia na cidade, resolvemos ficar por lá mesmo e ver as atrações e os gnomos de STL.(Nada de viajem! Tô falando as estatuetas que tem pra todo lado! Continuo caretinha, caretinha rsrs) 

Acordamos num horário mais razoável e depois do café partimos para a aventura. Como já disse, o Sumé Hostel fica na parte alta da cidade bem próximo à subida do Cruzeiro, Mirante, Pedra da Bruxa e Pirâmide. Essas atrações dão uma vista belíssima dos campos de STL, mas os seres humanos tem dado prova do seu poder de destruição, muitas garrafas quebradas, latinhas de cerveja, odor de urina, camisinhas usadas, lixo pra todo lado tirando parte do encanto natural do lugar.

Fora isso, realmente é bem bonito e o meu lugar preferido foi o Mirante. Mesmo morrendo de medo de altura e de despencar precipício abaixo, dá vontade de ficar ali por horas e horas e esquecer da vida...
Voar, voar, subir, subir... rsrs

 
Vista do Mirante


A pedra da Bruxa fica bem próximo, é só seguir as placas indicativas. Nesse lugar tive dois pequenos problemas, nada de grave: Não conseguimos identificar a "Bruxa" na pedra e Não consegui subir direito nas pedras porque minha calça estava tão apertada que poderia rasgar a qualquer momento! hauhauhauhuahuah
Faltou um pouco de informação sobre a Pedra da Bruxa, um guia ou apenas alguém com uma imaginação um pouco mais fértil pra mostrar o formato do raio da Bruxa! #ForçaumabarrapraveraBruxa
Mas de qualquer forma o lugar é bem encantador, e isso é o que importa! Afinal não estava afim de topar com Bruxa mesmo! rsrsrs


Modelando na Pedra da Bruxa



Nos arredores da Pedra da Bruxa

A Pirâmide é um caso à parte... Aquilo lá está sempre cheio, difícil conseguir fotos sem figurantes, um cheiro insuportável de urina. Muita gente comenta em fóruns e blogs que é trash, mas acho que vale ir lá pra conhecer...

Vista da Pirâmide


Caminho do Cruzeiro para a Pirâmide


Se alguém souber usar o Photoshop, tira esse monte de gente da minha foto?! rsrs

Depois desse momento "Good Vibes" descemos para a praça da cidade pra almoçar. comemos um churrasco misto com acompanhamentos, preço justo, serviu bem, estava gostoso. Foi no restaurante ao lado do péssimo restaurante que tomamos o caldo no dia anterior. Também não lembro o nome, pois como já disse, na época dessa viagem, não tinha a intenção de ter um blog (foi mal, people...)

Depois do almoço demos uma parada na igreja da praça, pena que estava fechada. Ali mesmo na praça tem a Gruta São Thomé, pequena porém de grande valor histórico* para a cidade. na parte de cima dela se tem uma vista ampla da cidade, ficamos lá deitados, esparramados de barriga cheia e descansando da caminhada da manhã.

História da Gruta São Thomé*

A lenda que deu origem a toda a história da cidade de São Thomé das Letras aconteceu em uma gruta.
João Antão escravo da Fazenda Campo Alegre, cujo romance com a irmã de seu senhor, o Capitão João Francisco Junqueira, havia sido descoberto, cansado dos maus tratos, refugiou-se em uma gruta no alto da serra, onde passou a viver da pesca, frutos e raízes da região. Um dia um senhor de vestes brancas apareceu para o escravo lhe entregando um bilhete e dizendo que, se ele o entregasse ao capitão, este o perdoaria. Ao ler o bilhete, o Capitão lhe ordenou que o levasse até a gruta, onde encontraram uma imagem de São Tomé entalhada em madeira.
João Francisco, homem profundamente religioso recolheu a imagem e a levou para casa.A imagem sumiu e reapareceu na gruta por várias vezes. Acreditando ser um milagre, o Capitão mandou erguer uma capela no local, onde, em 1785, foi construída a Igreja Matriz, originando assim o povoado; dizem que o filho do Capitão, Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, título este concedido por D. Pedro II, foi sepultado debaixo do altar da igreja.
A igreja, construída em estilo barroco, abriga em sua nave principal a pintura do mestre Joaquim José da Natividade, altares em estilo rococó e várias imagens de madeira do século XVIII.
A origem do nome da cidade deve-se à aparição do santo e às inscrições rupestres encontradas na entrada da gruta que não se sabe terem sido feitas pelos índios cataguases antigos moradores da região ou se são palavras deixadas pelo santo.

Extraído de http://www.visitesaothome.com.br/index.php?q=cidade

Olha o flagra! rsrs  


Igreja Matriz  

 São Thomé das Letras sem Malucos Beleza, Não é São Thomé das Letras!


Na Praça 


Gruta São Thomé 


Gruta São Thomé

 Vista do alto da Gruta São Thomé


Cidade pequena, praça, igrejinha... faltou o que?! Cemitério!!Adorooooooooooo hauhauhauhauhua
Nos fundos da igreja tem o cemitério de STL e como a cidade é bem louca, não podia faltar um túmulo personalizado! Outros bem antigos também...

Coisas que só se veem em STL!

Tomamos um sorvetinho e voltamos para o hostel, assistimos o pôr do sol lá mesmo e mais uma vez foi um espetáculo! 
Sempre que pesquisava sobre o que fazer à noite em STL, li boas recomendações sobre a pizzaria Ser Criativo e que é um programa de lei comer uma pizza feita na pedra no fogão à lenha. Então lá fomos nós, Tati e eu, ver se a pizza era isso tudo mesmo. 
Demos um rolezinho pela cidade e estava muito cheia por causa de um encontro de motoclubes que estava acontecendo. Achei bem legal, as motos uma mais linda que a outra, a preocupação deles com o figurino, caracterização, apetrechos das motos, famílias inteiras de motoqueiros... Muito legal!
Recebemos um panfleto do show do Ventania que aconteceria naquela noite, mas resolvemos não ir. O local do show era meio afastado da cidade, estava um frio violento e estávamos a pé.
Fomos à pizzaria e o local é bem charmoso. decoração rústica... Difícil foi arrumar lugar pra sentar, tivemos que ficar esperando um tempão, mas compensou pois a pizza é bem gostosa.

Cidade bombando rsrs

Voltamos para o hostel por causa do frio, porém determinadas a acordar bem cedinho pra ver o sol nascer no Mirante, afinal era nossa última chance! 
Conseguimos vencer o sono e o frio e lá fomos nós assistir o primeiro sol do inverno nascer. E tinha uns doidos lá também mas nem se compara ao volume de pessoas no pôr do sol!
Assim nos despedimos de STL, com vontade de voltar, de viajar naquela paz, no reggae constante do hostel, nas cachoeiras maravilhosas, naquela natureza deslumbrante e superlativa! 
Seja bem vindo inverno!


 Lindo espetáculo da natureza



Vou guardar STL no coração




terça-feira, 30 de junho de 2015

A "Magia" de São Thomé das Letras - Parte 2

Pensou que acabou?! Não acabou, nããoo! Tem muito mais rsrs

Depois daquele café da manhã maravilhoso do hostel partimos para a Praça da cidade, pra pegar lugar no Trans Pororoca Tur, queríamos fazer um roteiro diferente do anterior. Infelizmente o guia Fernando, estava como guia particular do grupo de esotéricas cantoras do post anterior, então compramos um passeio com o próprio Pororoca (sim, além do busão velho, o motorista também tem esse apelido. Só não me pergunta quem veio primeiro: o ovo ou a galinha! rsrs).

O roteiro proposto foi: Cachoeira Véu de Noiva (todo lugar de cachoeira tem uma com esse nome rsrs), Cachoeira Paraíso, Cachoeira do Flávio, Cachoeira Eubiose, Fazenda Boa Vista (almoço), Cachoeira da Lua e Cachoeira Vale das Borboletas. Algumas atrações já tinham sido visitadas mas as outras inéditas compensaram!

Bom todas as cachoeiras são lindas! Durante o dia fez um calorzinho que possibilitou molhar os pés um pouquinho, mas sempre querendo molhar mais um pouco, com medo de acabar o dia, acabar a viagem e nenhum tchibum!

As Cachoeiras

Cachoeira Véu de Noiva: Como todas as cachoeiras que tem esse nome, a queda d'água é alta, rio corrente, não me aventurei a entrar na água ainda estava cedo e o frio não deixou sequer tirar o casaco. Mas é um lugar lindo de muita tranquilidade, se estive vazio é claro! rsrs

Cachoeira Paraíso: É próxima da Véu de Noiva, na mesma parada tem uma pequena trilha que leva à Paraíso. Uma queda d'água pequena e um poço raso, formam uma espécie de "praia". Adorei essa cachoeira!

Cachoeira do Flavio: Belíssima! Composta por duas grandes quedas. A trilha te dá a opção de ir tanto por cima como por baixo da cachoeira. Por cima é perigoso porque algumas pedras são escorregadias, e um momento de desatenção é o suficiente para uma queda bem séria (papo de morrer mesmo! hauahuhau) 

Cachoeira da Eubiose: Essa tava mais "muvucadinha" mas nada de grave... Outra linda cachoeira de queda dupla. 

Volto a citar a Cachoeira do Vale das Borboletas porque apesar de estar entardecendo e esfriando, eu e Tatiana não resistimos! Caímos na água! Ficamos conhecidas no ônibus como as loucas que entraram na cachoeira! hauhauhauhauhauhauhua

Mais uma vez não deu tempo de apreciar o pôr do sol na Pirâmide ou no Mirante. Acabei assistindo o espetáculo de um local inusitado mas foi bem legal: tomando banho no hostel! rsrs


A Noite em STL

Saímos à noite para dar uma voltinha na cidade. E como toda cidade pequena, as atividades se concentram perto da praça, mas também tem vários restaurantes em ruas próximas. Muitas lojinhas de lembranças e artigos esotéricos, muita cachaça de todo tipo e sabor, artigos de couro, barzinhos com música ao vivo. Tem também uma galeriazinha, seria um shopping?! rsrs

Paramos num restaurante para tomar um caldo e esquentar a noite, mas para nossa decepção a comida era ruim demais! Meu caldo verde veio cheio de bagaço de couve e carne, apenas dois (eu disse DOIS) micro pedacinhos de bacon! Mas a vida é uma loteria mesmo... Nem sempre o lugar baratex que você encontra pelo caminho presta! hauhauhauhaua
 Desculpem mas vou ficar devendo o nome do restaurante a vocês, acontece que na época dessa viagem eu ainda não tinha a intenção de ter um blog, então não anotei o nome da espelunca hauhauhua Poxa, perdi minha primeira espinafrada! hauhauhauhauhauhua

Tem "um rock" que acontece num bar, galpão, sei lá o que é aquilo, MAs fica bem no pé da subida pro Cruzeiro. Eu não curti, porque realmente não é a minha praia ficar em pé num local apertado, mal ventilado ouvindo Punk Rock mas tem quem goste, pois estava bem cheio...

Eu sou muito fraca pra frio e não bebo cachaça, então, conforme as horas vão passando a temperatura vai caindo e meia noite foi o meu limite! Não aguentei, pedi arrego e voltei pro hostel rsrs

A Raquel trouxe uma coberta pra mim e isso salvou minha lavoura, pois tive que entregar o parapente do João. Tentamos acordar bem cedo para ver amanhecer, mas não tivemos sucesso na empreitada!  rsrsrs

No próximo post nosso último dia em STL!


 Cachoeira Véu de Noiva


 Cachoeira Paraíso


Cachoeira do Flávio (vista de cima) 


Cachoeira do Flávio (vista de baixo) 


Cachoeira da Eubiose 


 Pesque e Pague da Fazenda Boa Vista


Cachoeira Vale das Borboletas 


Que água gelada! Mas valeu a pena! Recarregou a bateria!





sexta-feira, 26 de junho de 2015

A "Magia" de São Thomé das Letras


Cada um enxerga o lugar conforme a luz de seu próprio olhar, então se você é místico ou esotérico vai achar terreno pra isso, quem curte "viajar" vai ver gnomos, duendes unicórnios e o que mais quiser ver! hauhauhauha
Não sou uma pessoa esotérica, mas com certeza São Thomé das Letras tem algo de mágico no ar! Como sou uma apaixonada pela natureza em toda sua bela expressão de cores, formas, aromas, sons e harmonia, pra mim a magia de São Thomé das Letras está na sua natureza exuberante.
Para onde você olha é um cartão postal, basta contemplar, fotografar, curtir cada minuto dessa maravilha.


O Passeio

Como falei no post anterior, tem um ônibus cacarecado que faz o passeio para as cachoeiras por um precinho bem mais em conta (R$ 25,00) que os veículos 4x4. QUando se vê o Trans Pororoca's Tur, chega dar um medinho, mas não se engane! Aquela jabiraca aguenta muito bem o tranco! rsrs
No passeio, o motorista leva o grupo para almoçar na Fazenda Boa Vista com restaurante buffet liberado por R$ 20,00, bem legal, com bastante variedade de comida, sucos e sobremesas à parte. Também tem piscina, lago pesque e pague, área verde, bem amplo e bonito.

Vai achando que ele não aguenta... rsrs


As atrações


No primeiro dia o roteiro feito pelo Trans Pororoca Tur foi: Gruta Sobradinho, Cachoeira Sobradinho, Cachoeira da Lua, parada para o almoço na Fazenda Boa Vista, Ladeira do Amendoim, Vale da Lua e parada para ver o pôr do sol.

Gruta Sobradinho: Achei a melhor parte do passeio! Um lance meio "Indiana Jones", desbravar uma gruta com auxílio de uma lanterna, ver os desenhos nas paredes formados por anos e anos de erosão das formações rochosas, passar por partes alagadiças, sobe, desce, que aventura! No nosso ônibus tinha um grupo de mulheres que pareciam ser chegadas nesses lances de aura, energia e afins. Quando o guia nos levou ao centro da gruta e mostrou as paredes que reverberavam o som emitido na gruta, elas começaram a entoar um mantra, cada uma num tom e num tempo diferente, foi bem bonito! Depois ficamos um tempo em silêncio apenas ouvindo o som da gruta e meditando...  

Cachoeira Sobradinho: Ao sair da Gruta Sobradinho, já saímos praticamente na cachoeira Sobradinho, passa por uma ponte (pinguela mesmo rsrs), depois nos vemos de frente a uma linda planície, e mais à frente uma lojinha de artesanato.

Cachoeira da Lua: Essa cachoeira tem apenas uma queda d'água pequena, também tem um cipó estilo Tarzan para os mais aventureiros se jogarem no poço. Como estava muito frio, nem me atrevi mas valeu apena contemplar.

Ladeira do Amendoim: Uma das loucuras de São Thomé das Letras é a Ladeira do Amendoim! É tão doido que eu nem sei se dou conta de explicar! hauhauhua
Uma ladeira onde tanto veículos como pedestres são "atraídos ladeira acima" quando postos em ponto morto na parte baixa da ladeira (carros né?!No caso de pedestres tem que deixar a perna "soltinha" rsrs)
Confesso que fui bem cética com relação ao efeito da ladeira, mas chegando lá fiquei de cara! Não sei como mas funciona! Seja física, miragem, fenômeno sobrenatural, mente sugestionada ou apenas o bucho cheio de comida mineira, teve gente que foi praticamente arremessada pra trás!
Na ladeira do amendoim tem um canto embaixo de uma árvore que os locais dizem ser um lugar onde você fica triste. Depois da experiência com a ladeira, não quis arriscar estragar minha viagem no cantinho da tristeza.

Cachoeira do Vale das Borboletas: Se fosse descrever com apenas uma palavra seria com certeza encantadora. O caminho, passando por uma área de mata, e depois uma descida, não chega a ser difícil. O final da jornada é recompensador:  uma cachoeira linda, poço verde translúcido espetacular e um pequeno rio correndo. Mas infelizmente não vi uma borboletinha sequer...

O motorista viu que não ia dar tempo de chegar na cidade para vermos o pôr do sol na Pirâmide, então parou o ônibus num ponto alto da estrada e apreciamos lá mesmo! Lindo e o melhor sem a muvuca da Pirâmide!

Destaque: O guia, Fernando, foi um amor! Paciente, engraçado sem ser "engraçadinho", prestativo, soube fazer seu trabalho sem atrapalhar nossa diversão, enfim, super recomendo! No caminho parou num sitiozinho e pegou com o dono, laranjas e tangerinas pra todo mundo do ônibus! Que demais!


Saída da Gruta Sobradinho

Parada para contemplação...

 Cachoeira da Lua
Ladeira do Amendoim


 Cachoeira do Vale da Lua


Pôr do Sol perfeito sem muvuca!

 Por hoje é só! Mas em breve tem mais STL!





domingo, 14 de junho de 2015

São Thomé das Letras - A Meca dos Mochileiros


Quando cai de paraquedas no "Universo Mochileiro", comecei a pesquisar destinos como uma alucinada e um lugar de cara me chamou muito a atenção: São Thomé das Letras. Praticamente a Meca dos Mochileiros, mencionada em milhares de tópicos, sempre descrita como uma viagem "mágica", lugar "mágico", com muito "astral" e "good vibes", e eu, é claro, quis ver essa mágica toda ao vivo! Vem comigo pra STL!

A primeira coisa a se saber é que a viagem é longa! Então, o dia de ida e de volta são praticamente perdidos, 10 horas de estrada, mas as paisagens são muito bonitas... É colocar a playlist em dia, livro e outras distraçõezinhas de viagem (almofadinha de pescoço e comidinhas, comer e dormir SEMPRE! hauhauh) e #partiuSTL!

Saindo da Rodoviária Novo Rio, o trajeto é Rio de Janeiro x Três Corações (Viação Sampaio - R$95,00 aproximadamente)  e Três Corações x STL (Viação Coutinho - R$ 10,85), no meu caso foram dez horas de viagem, ao todo! Mas dessa vez estava acompanhada! Minha amiga Tati foi comigo e depois iam chegar Raquel, seu namorado e sua irmã. Confesso que estava curiosa pra saber como ia ser essa trip em grupo, pois estou acostumada a viajar solo.

O Hostel


Ficamos hospedados no Sumé Hostel, que descobri no mochileiros.com, a região tem poucos hostels e uma coisa curiosa que descobrimos conversando com os donos é que eles chegaram a sofrer um "bullying" por estar abrindo esse tipo de hospedagem em São Thomé. Lá o pessoal tanto local como turista é mais "roots", e a tradição é de se hospedar na casa de locais ou acampar, no máximo pousadas. Quando o Leandro e Leandra (sim, um casal homônimo rs) chegaram em STL para montar o hostel, ouviram muitas piadinhas de gente que nem sabia do que se tratava. Mas o que importa é que é bem aconchegante, limpo, barato, com um café da manhã maravilhoso (com pão de queijo quentinho e uma geleia de pimenta que eu fiquei doida!), proprietários simpáticos com uma filhinha e um cachorrinho mais simpáticos ainda! Ou seja, eles estão sambando na cara do povo! Rsrsr
Localizado na parte alta da cidade, fica perto de algumas atrações como: a Pedra da Bruxa, Cruzeiro e a famosa Pirâmide, também tem uns bares perto.

Agora é a hora do perrenguinho nosso de cada viagem... rsrs 
Tem que ter né, gente?! Quando você agenda hospedagem, é importante ler o email que o hostel te manda, nele tem informações vitais como: NÃO FORNECEMOS ROUPA DE CAMA! E se você não lê fica numa cidade alta e fria sem coberta! Bem, foi isso que aconteceu comigo e Tati. Hauhauhuahuahuauhau #amadoras 

Bateu aquele pânico, tentamos achar uma loja que vendesse cobertor e nada! Teria que comprar em Três Rios, a dona do hostel arrumou dois lençóis dela pra cada uma mas a promessa da previ~sao do tempo era de 4° na madrugada. Fizemos amizade com um carioca gente boa, praticante de parapente que nos emprestou os seus equipamentos para gente se enrolar e não virar picolé! Aew, João, o Salvador da Pátria!! Na hora de dormir coloquei todas as roupas os lençóis que a Leandra emprestou, e o parapente do João, resultado: dormi quentinha rsrsrs


A Cidade


São Thomé das Letras é um charme! Parece que acabou Woodstock e a cidade parou no tempo. Muitos hippies, muita arte, misticismo e um cheiro permanente de erva no ar, então se você não tolera o aroma, nem venha! rsrs Eu costumo pensar da seguinte forma: se você vai à praia tem uma galerinha fumando, se estou na minha vizinhança tem um grupinho fumando... Eu que não deixo de ir a lugar algum por isso! Cada um no seu quadrado e vida que segue! hauhauhaua

Como chegamos quase à noite, tomamos banho e fomos dar um rolé com o nosso salvador, pra comer um pastel na "Pastelarica" (nome sugestivo hehehe), gostoso e baratinho. Também fomos em um bar temático, tipo um castelo, mas estava vazio ainda porque era dia de semana e estava cedo ainda, mas ficamos sabendo que tem música ao vivo. Aquelas barraquinhas deixam uma pessoa como eu doida! Amo artigos hippies! rs

Ficamos sabendo que na cidade tem um ônibus chamado Pororoca's Tur que faz passeio para as cachoeiras da região por um precinho bem mais camarada que os passeios de 4x4, juntamos com umas meninas do hostel e decidimos fazer um no dia seguinte.

Achei legal que apesar de todo mundo parecer meio "doidão", me senti bem segura andando pela cidade. 

Amanhecer na Pirâmide



 Foco mandou lembranças, mas é só pra vocês verem o bar que eu falei rsrs

 Sala do hostel



 O tão falado pôr do Sol em São Thomé das Letras, apreciado da varanda do hostel

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Divas que Viajam de frente com Gaby

Hoje vou entrevistar a minha Diva Madrinha, Gaby do Blog Gaby pelo Mundo! Papo de blogueiraaaa! Adorooooo!

Bom, a Gaby é uma pessoa muito importante pra mim e pra este blog, como disse ela é a Dindinha, sempre me deu apoio pra começar a escrever e ter meu espaço na blogsfera. A gente se esbarrou no mochileiros.com num tópico sobre Ouro Preto, quando estava pesquisando para minha primeira viagem. Adorei o jeito dela contar suas histórias e achei seu jeito meio parecido com o meu. Depois de um tempo nos esbarramos na page do mochileiros.com no facebook e nos "reconhecemos", daí começa a troca de in box, marca viagem pra Ilha Grande, marca viagem pra São Paulo e nada sai do papel... (calma gente, não vai dar em namoro huahuahuhauhauhuah)
Depois de um ano e meio de sms e facebook, resolvemos nos encontrar, afinal moramos na mesma cidade! E foi um dia agradável, cheio de coincidências e muitas gargalhadas!

Aprendo muito com ela, fico muito mas muito feliz quando vejo seu progresso, suas vitórias, Deus abençoando seus projetos e desejo muito mais coisas boas! Porque esses encontros de alma são raros e a gente tem que valorizar isso! Um brinde a essa amizade! ;)

Hoje, ela vai falar um pouquinho da sua experiência e espero que a paixão e o entusiasmo da Gaby também contagie você! Espero que curtam! #Enjoy #GoGaby

Divas que Viajam de frente com Gaby

Divas que Viajam: Como vc se define? Mochileira, viajante, turista...
Gaby pelo Mundo: Eita pergunta difícil...Acho que sou uma turista que viaja de mochila...hahahha. Pra mim foi a melhor definição que encontrei. Acho que na verdade depende muito do estilo da viagem ou até mesmo do momento. Ser turista é muito bom, não tem como você ir à Paris pela primeira vez e não conhecer a Torre Eiffel...É coisa de turista? Sim, super, mas quem nunca né? Dou uma de “viajante” quando já fui aquele lugar e já fiz todas as coisas turísticas...Aí você se permite conhecer outras coisas, andar meio sem rumo sem se preocupar com o tempo. E mochileira quando estou viajando sozinha...Aquele dinheiro meio contado e que você fica com um certo receio de sair gastando feito louca...Não tem ninguém pra dividir os custos com você, né? Então, você começa a segurar as pontas...

DQV: De onde ve sua paixão por viagens?
GPM: A paixão começou depois que me divorciei (momento bafônico da entrevista). Até então eu sempre gostei muito de viajar e planejar viagens, mas era uma paixão meio encubada, sabe? Depois que você passa por um processo como esse você meio que dá uma parada na sua vida e reflete: “O que eu gosto de fazer?” E a resposta veio depois da minha primeira viagem internacional para Buenos Aires em 2012. Gostei tanto de planejar e viver aquela experiência que eu não consegui mais largar o osso...

DQV: Como começou sua "carreira de trips solo"?
GPM: Em 2013 eu estava passeando pela livraria Saraiva, na parte de guias de viagem (claro...hahahah) e vi um livro com o título: Viajando Sozinha de autoria da Mari Campos (também blogueira de viagem). O livro era fininho, mas tinha relatos de várias mulheres contando como foram as suas primeiras viagens solo. Depois que eu li aquele livro, pensei: “Se elas podem, eu também posso” Eu queria saber como era aquele mundo e se tudo o que eu tinha lido era verdade. E olha, foi tudo aquilo e mais um pouco. Eu amei a experiência e sempre quando dá eu viajo sozinha.

DQV: Como você escolhe seus destinos?
GPM: Pelo período que eu tenho disponível pra viajar (baixa ou alta temporada) e pelo preço das passagens (Santo Melhores Destinos). A não ser quando eu tenho um destino dos sonhos, como é o caso da Disney (sonho de criança...não riam) aí não tem muito o que pensar. O sonho vai se realizar em Novembro de 2015 (meus olhos já começam a marejar só de pensar).

DQV: Qual foi sua melhor viagem?
GPM: A minha primeira viagem sozinha para Ouro Preto foi super especial, mas a viagem para os Estados Unidos em 2013 eu guardo no coração. Revi minha família que não via há uns 20 anos e desbravei NY sozinha por 4 dias. Não consigo dizer uma melhor ou pior viagem, todas elas estão na minha memória e no meu coração. Como diz Roberto: “Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi”.

DQV: Qual foi a pior?
GPM: Não tenho nenhuma pior...Mas a que me deixou mais estressada foi para o Festival da Pinga em Paraty que fui de excursão...Nunca mais faço isso na vida #LiçãoAprendida

DQV: Qual foi o perregue memorável das suas trips?
GPM: Sem dúvida ter que subir 5 andares de escada caracol em um prédio em Paris com uma mala enorme. Eu e minha amiga arrumamos um sofá amigo (na verdade um apartamento amigo) em Paris e não pagamos nada por isso (CouchSurfing), maaaaaaaaaaaaas o que não sabíamos é que o nosso amigo morava no último andar do prédio e em Paris é muito difícil você ver um prédio residencial com elevador (por isso são todos magros...hahaha). Agora imagina a cena: Duas garotas cada uma com uma mala de 32kg sendo que uma delas (a minha amiga) além da mala estava levando uma mochila de 80L...Deus é mais. A cada andar dava vontade de sentar e chorar.

DQV: Como surgiu a ideia de ter um Blog de viagem?
Depois que voltei do Mochilão da Europa em 2012 os meus amigos e familiares começaram a me perguntar como tinha sido a viagem e vamos combinar que ficar repetindo a mesma coisa sempre, dá uma cansada né? Então por isso resolvi escrever um blog. Eu sempre gostei muito de escrever, então acabei juntando o útil ao agradável.

DQV: Fala um pouco do seu blog pra gente...
GPM: O Gaby Pelo Mundo é o meu xodozinho. Começou como eu contei aí em cima e foi crescendo. As pessoas começaram a ler (eu entrava em êxtase, e ainda entro, quando recebia um comentário novo). No blog eu conto sobre tudo o que vi e vivi nas minhas viagens...Coisas boas ou ruins. Tento escrever como se eu estivesse conversando com a pessoa e por diversas vezes já recebi mensagens do tipo: “nossa Gaby, do jeito que você escreve parece que eu te conheço faz tempo”...Eu acho isso tudo muito divertido. Você alcançar pessoas que você nunca viu na vida é incrível.

DQV: Como viajar mudou sua vida?
GPM: Mudou tudo. Mudou a forma de ver o mundo, o ser humano, a vida. Quando você começa a viajar você se dá conta que o mundo é muito além do trajeto casa-trabalho-casa ou casa-escola-casa. Você começa a ser contaminado com um vírus chamado viagem e quando você não viaja é bem provável que você entre em crise de abstinência.

DQV: Quais são seus planos para o futuro, próximas trips...
GPM: Então, em Novembro de 2015 tem Disney *_* (olhos marejados de novo). E em 2016 ainda não tenho nada planejado, mas tenho muita vontade de fazer um mochilão pelos Estados Unidos e outro na América do Sul. É tanto lugar pra conhecer que a gente fica até meio desnorteada.

DQV: Qual conselho você daria pra uma Diva que ainda não viaja, mas está doida pra começar?
GPM: Planejamento. A palavrinha chave para as mulheres que viajam sozinha ou que querem começar a viajar. Não tem muito segredo e não precisa juntar rios de dinheiro. Só precisa querer sair do sofá e conhecer o mundo lá fora. Se você tem um sonho de conhecer algum lugar...Vá. É como a minha mãe sempre diz: “Sonhos não realizados apodrecem a alma”. Então, não deixe a sua alma apodrecer...Pegue o primeiro avião com destino à felicidade (Grande Poeta Zezé di Camargo....hahahha) e dive pelo mundo. ;)

Pra vocês não pensarem que Gaby é amiga imaginária! hauhuahuahuhaua 


Somos TOP, somos Divas! E Pelo Mundo!! 


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Me peguei pensando...

Essa semana mais um caso de violência na Zona Sul da cidade chocou a população e comoveu a opinião pública. A todo momento manchetes na tv e nos jornais falam sobre o caso do ciclista esfaqueado pelos menores na Lagoa Rodrigo de Freitas. A timeline do meu facebook não para: uns defendendo a redução da maioridade penal de um lado, outros comparando o crime a tantos outros que acontecem na cidade e não são veiculados com tanta veemência nos meios de comunicação, cada um bradando A VERDADE, a sua verdade.

Me peguei pensando sobre a vida e sua brevidade, sobre o acaso e as fatalidades, o destino e tantas coisas do tipo... Precisamos viver, fazer o bem, amar ao próximo como a nós mesmos e esse último é tão difícil de se colocar em prática na hora da tragédia. Num momento estamos aqui, em outro não estamos mais, e o que fizemos nesse intervalo?

Me peguei pensando nesse falatório todo. Logo, logo todos esquecem, até que o próximo "cidadão de bem" seja brutalmente assassinado, por hora, todos estão indignados. Mas o que podemos efetivamente fazer por um mundo melhor, menos violento, menos radical. Parece que estamos de pés e mãos atados, reféns de políticas, filosofias, padrões que se repetem, discursos que só mudam de lado mas no fim dão no mesmo, infindáveis discussões que a nada levam nas redes sociais, nas filas e salas de espera. Rodando e rodando...

Me peguei pensando na cidade partida, nos dois Rios de Janeiro que amo e vivo. A cidade onde  os crimes da Zona Sul são resolvidos rapidamente e os do subúrbio nem são conhecidos. Onde todos, independente da região que moram, tem a sensação de ser reféns da criminalidade, da saidinha de banco, do sequestro relâmpago, do roubo de celulares, dos arrastões nas praias, das facadas, ou qual seja a "violência da moda". Dividida entre "coxinhas" e "esquerda caviar", onde todos julgam o outro como alienado. Onde o estão os pontos turísticos, as belezas naturais, o cartão postal, mas também estão as favelas (não só os morros pra turista ver), o descaso com a educação, com a saúde, o transporte. A cidade que tem o gingado brasileiro representado no exterior por suas calçadas de ondas, sua Garota, suas novelas, seu sotaque goxxtoso, sua música, mas no dia a dia a educação fica a desejar quando seus habitantes ouvem música sem fone nos meios de transporte, joga lixo no chão, fura fila, finge que está dormindo no assento preferencial, dá carteirada e suborna tudo e todos.

Me peguei pensando que esse texto está confuso, cheio de pontas soltas, vários assuntos, vários anseios e nenhuma conclusão. Mas a vida é assim mesmo... caótica, confusa, muitas vezes não temos solução para os nossos problemas, para as mazelas da sociedade, mas temos que continuar vivendo da melhor maneira.

Me peguei pensando que seja onde eu estiver só quero paz. Paz na rua, no bairro, no facebook, na cidade, paz com o próximo e comigo mesma. Poder andar sem medo na rua seja de manhã ou de noite, discutir sadiamente com as pessoas sem precisar "desfazer a amizade", ter serviço público de qualidade, acesso a informação, cultura e lazer. Estranho que  ao desejar essas coisas parece que estou desejando o inatingível, o impossível, um sonho! Mas é só o básico.






quinta-feira, 14 de maio de 2015

Hostel, por que não?!



Uma coisa que quero falar a tempos é sobre hostel. Por quê? Porque quando digo que vou viajar e me hospedei num hostel as reações são as mais variadas e surpreendentes possíveis: "Ai credo! Dormir com estranhos no mesmo quarto?!" "Vc não tem medo de roubarem suas coisas?!", são apenas algumas delas, mas quando traduzo a palavra hostel (albergue) é que o povo pira: "Mas albergue não é aqueles abrigos pra mendigos?", e por aí vai...
Somado a isso temos aquela clássica frase: "Não tenho grana pra viajar, hospedagem é tão caro...", e cá estou eu pra ajudar você a sair dessa! rsrs

Então como diria Jack Estripador, vamos por partes...

O que é um Hostel?

Basicamente, hostel é uma hospedagem diferenciada pelo fato de ter as áreas comuns (living, cozinha, sala de jogos...) e os quartos compartilhados. Isso faz com que se tenha um serviço de qualidade por um preço mais acessível. Uma característica marcante do hostel é a interação social, por isso os hostels são bastante procurados por viajantes sozinhos, grupos, mochileiros e todo tipo de pessoas aberta a novas amizades, que esperam fazer dessa hospedagem parte da experiência da viagem (ou que querem pagar mais barato apenas! hauhauhua)

Mas não é perigoso dormir com um monte de estranhos no mesmo quarto?

Perigos existem em todo lugar e em tudo que se vá fazer, mas nem por isso deixamos de fazer nossas atividades normais do dia a dia, né?! Bom, geralmente, os hostels tem portaria e algumas regras mas isso varia muito e nem sempre garante muita coisa. Nos quartos, a maioria dos hostels tem lockers ou guarda volumes onde você pode guardar todas as suas coisinhas, colocando um cadeado (não esqueça o cadeado! rsrs). Quando me hospedei em hostel pela primeira vez, ficava o tempo todo igual uma formiguinha, guardando tudo como se alguém fosse roubar até minha escova de dente, mas com o tempo vai pegando a manha e sabe o que dá pra deixa mais relax e o que não dá.


Mas sei lá... se alguém te agarra no meio da noite?!

Não vou te dizer que nunca pensei isso... hauhuahuahuhauhauhuaa
E pra mim foi uma ótima experiencia ficar num hostel misto logo na minha primeira hospedagem. Eu era a única menina no quarto e isso não fez a menor diferença! Ficou todo mundo de boa, fiz amizades, aprendi sobre a cultura deles e eles da minha, e algo que me chamou muito a atenção foi o espanto deles pelo fato de eu, uma brasileira estar viajando sozinha e hospedada em quarto misto. Claro que isso tem mudado muito, mas é notável os gringos estão bem à frente nessa questão.
Acho que nesse caso, o lance é não dar "ocasião ao ladrão" e usar a racionalidade, alguns medos são realmente irracionais. Cabe a nós saber medir o que é real e o que não é e se controlar.


Como vou saber em qual hostel me hospedar?

Uma rápida pesquisa no google dá conta de resolver seu problema. Há vários sites de avaliação de hospedagem (Tripadvisor, mochileiros.com...) mas o boca a boca também funciona muito bem. É sempre bom saber a opinião de outras pessoas sobre o hostel, o que gostaram e o que não gostaram, pra poder avaliar se a hospedagem se enquadra em seus critérios.
Outra boa opção é buscar hostel que pertença a uma rede, tipo os da HI Hostel, Che Lagarto, Hostelworld, porque eles precisam se adequar a um certo padrão de qualidade, então é quase (eu disse quase) certo que sejam bons.



Vantagens de se hospedar em um hostel



Economia

Eu já falei que é mais barato né?! Mas é sempre bom repetir! Isso conta muuuuitoooo!

Outra coisa que te permite bastante economia é que a maioria dos hostels oferece café da manhã incluso, e a cozinha é comum a todos ou seja você pode preparar alguma coisinha pra comer nas outras refeições e economizar mais um pouquinho.

Mesmo que você opte por ficar em quarto privado (casal ou família) ainda sim a diária é mais barata que em hotéis e pousadas.



Diversão e companhia

No entra e sai de um quarto de hostel se consegue muita coisa! Dicas de passeios e lugares para ir, aquela última pessoa que estava faltando no carro pro passeio ter aquele desconto, uma amizade que vai pra vida, ou apenas pessoas que vão passar mas vão deixar sua marca.

Se você está sozinho, ótimo! Os grupos te adotam ou você encontra alguém também sozinho e pronto!

O clima como um todo é acolhedor e isso vem desde os donos (que muitas vezes estão lá conversando com os hóspedes), ao staff e hóspedes. 



Desvantagens de se hospedar em um hostel


O que pode ser desvantagens pra uns eu considero como aprendizado e risadas no futuro por mais que na hora posa irritar um pouco: é um hóspede mala, pessoa que não entendeu o conceito da hospedagem e não sabe dividir espaço, coleguinha com chulé, bafo, cecê ou similares e por aí vai...

Se o hostel tem poucos banheiros para muitos hóspedes pode ser uma desvantagem também mas nada melhor que traçar um planinho e tomar banho nas horas menos procuradas.


Importante: Observar a política do local, sobre check in, check out, atrasos, serviços, taxas, e o que está incluso na diária para evitar mal entendido. Também é bom fazer a reserva antes.


Espero que você tenha experiências maravilhosas! Me conta, viu?!